Onde o Espaço se Enfeita!
No pó dos caminhos
restam as pegadas...
o cheiro a maresia
...no olhar...
Libelinhas...
voando
desajeitadas
Nas ondas
das giestas
...por ceifar!
E lá!...
onde o espaço se enfeita
Restam os suspiros
ancorar...
Nessa madrugada
em reflexos
Onde os soluços
se escondem...
Para chorar...!!!
Amélia F.
in, Sol e Miragem, p., 117, (1997)
domingo, 5 de abril de 2009
Palavras....!
Palavras...
Que são palavras?!...
Paro o Poeta,
é escrever
Palavras...
tão sem sentido...!
são as veias a ferver....
É o sangue que lateja...
Poesia...
.... Sol...
e Vento....
Palavras?!
são meus desejos
Desperdiçados
no tempo...!
Mélita Fernandes
Que são palavras?!...
Paro o Poeta,
é escrever
Palavras...
tão sem sentido...!
são as veias a ferver....
É o sangue que lateja...
Poesia...
.... Sol...
e Vento....
Palavras?!
são meus desejos
Desperdiçados
no tempo...!
Mélita Fernandes
ANGÚSTIA...
É noite...
e, eu rasgo as veias
no teu pensamento.
Desfruto prazeres
que não sinto....
Bebo o cálice da solidão!
Espero por ti
E chamo
Imploro
Onde estás....!
Sinto vergastar-me o corpo
Mas....
De rastos.... eu continuo
Ao encontro do teu
Silêncio.......
Para abafar a minha
.....Angústia
O medo de ter
Perder!!!
e, eu rasgo as veias
no teu pensamento.
Desfruto prazeres
que não sinto....
Bebo o cálice da solidão!
Espero por ti
E chamo
Imploro
Onde estás....!
Sinto vergastar-me o corpo
Mas....
De rastos.... eu continuo
Ao encontro do teu
Silêncio.......
Para abafar a minha
.....Angústia
O medo de ter
Perder!!!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Espero por TI!!!
espero por ti no meu caminho
no virar de cada esquina
entre meus lençóis de
linho...
espero por ti em meus sonhos
no meu pensar
no meu querer
na minha imaginação
espero por ti cada hora
em que te afago
nas minhas mãos
espero por ti sempre
sinto-te em mim
pois tu estás
nmo meu coração!!!
Amélia F.
no virar de cada esquina
entre meus lençóis de
linho...
espero por ti em meus sonhos
no meu pensar
no meu querer
na minha imaginação
espero por ti cada hora
em que te afago
nas minhas mãos
espero por ti sempre
sinto-te em mim
pois tu estás
nmo meu coração!!!
Amélia F.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sem gravata!!!
um novo ano! um novo visual!...
espero que quem me visitar não fique desiludido....
beijo
espero que quem me visitar não fique desiludido....
beijo
domingo, 18 de janeiro de 2009
Peregrina!
Vagueio no vazio da minha alma
Corro como se fosse peregrino
Busco em cada canto, paz e calma
A adormeço, como frágil passarinho!
Tranquila, serena, triunfante
Escuto o murmurar da ilusão
Subo! No silêncio escuto o monte
E nas pedras, o bater do coração
Na montanha erguida que há em mim
Florescem as flores do jardim
Pedestal, lá no cume, sem igual...
Esperança construída em meu peito
O néctar da Primavera, o corpo enfeita
Meus olhos brilham, como um lindo, roseiral...!
Amélita Fernandes
Corro como se fosse peregrino
Busco em cada canto, paz e calma
A adormeço, como frágil passarinho!
Tranquila, serena, triunfante
Escuto o murmurar da ilusão
Subo! No silêncio escuto o monte
E nas pedras, o bater do coração
Na montanha erguida que há em mim
Florescem as flores do jardim
Pedestal, lá no cume, sem igual...
Esperança construída em meu peito
O néctar da Primavera, o corpo enfeita
Meus olhos brilham, como um lindo, roseiral...!
Amélita Fernandes
Mensagem.....!!!!!
Num fulgor da primavera, a tempestade
Aparece, clandestina, silenciosamente
Embevecido de tanta felicidade...
O mundo ri, e eu, renasço novamente!
A luz desmaia a meus pés
No resplendor da aurora adormecida
Há papoilas perfumadas no convés
E um calvário de almas; envelhecidas....
Quisera não ser eu o vulto escuro
Reviver a tempestade que procuro
A maré cheia desse tempo de bonança
Correr ao encontro desejado
deixar na praia o meu Sonho registado
Como Mensagem de uma eterna criança...!
Amélia Fernandes
in, Sol e Miragem., 44 (200)
Aparece, clandestina, silenciosamente
Embevecido de tanta felicidade...
O mundo ri, e eu, renasço novamente!
A luz desmaia a meus pés
No resplendor da aurora adormecida
Há papoilas perfumadas no convés
E um calvário de almas; envelhecidas....
Quisera não ser eu o vulto escuro
Reviver a tempestade que procuro
A maré cheia desse tempo de bonança
Correr ao encontro desejado
deixar na praia o meu Sonho registado
Como Mensagem de uma eterna criança...!
Amélia Fernandes
in, Sol e Miragem., 44 (200)
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